Durante um evento sobre segurança pública realizado em Vitória, o governador do Espírito Santo, Ricardo Ferraço, defendeu que ações de facções criminosas passem a ser enquadradas como terrorismo na legislação brasileira. Segundo ele, o país precisa reconhecer com mais rigor a gravidade do crime organizado, que, mesmo sem motivação ideológica, atua intimidando a população e desafiando o Estado.
Ferraço argumentou que a atual Lei Antiterrorismo ainda não é suficiente para enfrentar a dimensão que o crime organizado alcançou no Brasil e destacou a necessidade de endurecer as normas. O posicionamento reforça um debate nacional crescente sobre a classificação dessas organizações, já que hoje a legislação exige motivação ideológica ou religiosa para caracterizar terrorismo.


