Durante o interrogatório, Diego apresentou sua versão sobre o crime ocorrido em Cachoeiro de Itapemirim. Segundo informações repassadas pelo delegado, ele declarou que imobilizou Juliana com um golpe conhecido como mata-leão, dentro de sua casa. Depois, teria cortado o corpo no banheiro e utilizado água corrente durante o procedimento. Na sequência, os restos mortais foram colocados em um carro e levados para outra área, com a participação de Geovana no deslocamento, onde acabaram sendo queimados.
A vítima foi localizada carbonizada em uma região rural de Monte Líbano. No mesmo ponto, os investigadores encontraram uma sandália que seria dela. A Polícia Civil informou que os elementos apurados indicam planejamento prévio do crime. As investigações também apontaram desentendimentos e episódios anteriores de agressão na relação entre os envolvidos.


