A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) aceitou, por unanimidade, a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o deputado federal Gilvan da Federal (PL-ES). Com a decisão, o parlamentar passou à condição de réu por injúria contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O caso envolve declarações feitas por Gilvan durante uma sessão da Comissão de Segurança Pública da Câmara, em abril de 2025. Na ocasião, o deputado fez críticas e ofensas ao presidente e afirmou que desejava sua morte. A abertura da ação penal não significa condenação: o processo seguirá para a fase de julgamento.
“Eu quero mais que o Lula morra, quero que ele vá para o quinto dos infernos, é um direito meu. Não vou dizer que eu vou matar cara, mas eu quero que ele morra, que vá para o quinto dos infernos. Nem o diabo quer o Lula, por isso que ele está vivendo aí. Superou o câncer. Tomara que ele tenha uma taquicardia, porque nem o diabo quer a desgraça desse presidente que está afundando o país. Quero mais que ele morra mesmo”, afirmou Gilvan.


